quinta-feira, 5 de novembro de 2009

ABRAÇO



Existe algo em um simples abraço que sempre aquece o coração; Dá-nos boa vinda ao voltar para casa e torna mais fácil a partida; Um abraço é uma forma de dividir as alegrias e tristezas por tudo que passamos, é uma forma para amigos dizerem que se gostam. Abraços significam que realmente nos importamos com nossos amigos, com nossos vizinhos, ou até com um urso amigo... Um abraço é algo espantoso... É a forma perfeita de mostrar o amor que sentimos, mais que palavras, que não podem dizer. É engraçado como um simples abraço nos faz sentir bem... Em qualquer idioma... Um abraço é sempre compreendido e abraços não precisam de equipamentos, pilhas ou baterias especiais. É só abrir o coração... Guarde o meu abraço!!!
Choro pq um dia tive vontadePq um dia me chamo de amorChoro pq ainda quero vcChoro Pq vc nao sai do meu pensamentoChoro pq nao sao mais os seus lábios que me beijamNem sua fala que me acalmaE se eu fiz algo de errado, pode ser que nunca sabereiMas uma coisa eu seiUm dia vai chorar por mim.

Será que voltarás

Não sei se voltarás sei que te espero.Chegues quando chegares,ainda estarei de pé, mesmo sem dia,mesmo que seja noite, ainda estarei de pé.A gente sempre fica acordadonessa agonia, à espera de um amor que acabou sendo fé... Chegues quando chegares,se houver tempo, colheremos ainda frutos, como ontem,a sós;se for tarde demais, nos deitaremos à sombra e perguntaremos por nós...

Voce me perdeu

Talvez quando você precisar de mim,eu já tenha perdido a vontade de te ajudar.Quem sabe quando você lembrar que eu existo,eu já tenha te esquecido! E se por acaso um dia você quiser me amar,talvez eu transforme esse amor em amizade! Talvez quando você sentir minha falta eu já não sinta mais a tua. E se depois de tudo que eu escrevi,você continuar não entendendo que sofri por você,esqueça tudo que você leu, todas as outras cartas, as mensagens q te mandei.E se enquadre nessas 3 palavras:Vc me perdeu....

Insônia

Quatro horas da manhã e eu comigo aqui tão só e até os meus amigos já foram dormir.Já pensei em te ligar,Já pensei em te esquecer,Já te disse tanta coisa que eu não quis dizer.Eu já fiz tanta loucura por nós dois,e me esqueci que as consequências sempre vêm depois.Já chorei por você,consegui disfarçar,e ninguém percebeu que eu te Amo.Mas o que vou fazer se hoje o meu olhar não consegue esconder que eu te chamo
EU AMO você.

Saudades

As vezes tenho saudade de tudo.

O que fui no passado, o que realizei desfez-se, o que tive cinzas,queria voltar no tempo e me reencontrar.

Há dias em que é muito difícil estar comigo mesma e enfrentar todas as frustrações, procuro e nao encontro saídas, é como se tudo se fechasse à minha volta e só eu me restasse a mim....

Vazio !!

Alguns pedaços meus parecem se entrelaçar nos recortes que faço na minha mente eles se misturam, de um lado a outro, mas o quebra-cabeça nao pode ser (re)montado.....
Por que é tudo tão difícil hoje?

Refaço meu trajeto e fico procurando o que possa justificar tanta dificuldade.

O que pode ter ocasionado tamanha re-vira-volta?

Quero calmaria...

Às vezes, sinto-me completamente testada !!parece até que há propósitos específicos dos quais ainda nao me dei conta de qualquer forma,tenho que seguir lutando.

Ainda que, por alguns momentos, eu me desmorone...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

UMA HISTORIA DE AMOR IMPOSSIVEL!!

UMA HISTÓRIA DE AMOR IMPOSSÍVEL!

Conta a lenda que uma jovem mariposa — de corpo frágil e alma sensível — voava ao sabor do vento certa tarde, quando viu uma estrela muito brilhante, e se apaixonou. Excitadíssima, voltou imediatamente para casa, louca para contar à mãe que havia descoberto o que era o amor.

— Que bobagem! — foi a resposta fria que escutou. — As estrelas não foram feitas para que as mariposas possam voar em torno delas. Procure um poste ou um abajur, e se apaixone por algo assim; para isso nós fomos criadas.

Decepcionada, a mariposa resolveu simplesmente ignorar o comentário da mãe, e permitiu-se ficar de novo alegre com a sua descoberta. “Que maravilha poder sonhar!” pensava. Na noite seguinte, a estrela continuava no mesmo lugar, e ela decidiu que iria subir até o céu, voar em torno daquela luz radiante, e demonstrar seu amor.

Foi muito difícil ir além da altura com a qual estava acostumada, mas conseguiu subir alguns metros acima do seu vôo normal. Entendeu que, se cada dia progredisse um pouquinho, iria terminar chegando na estrela, então armou-se de paciência e começou a tentar vencer a distância que a separava de seu amor. Esperava com ansiedade que a noite descesse, e quando via os primeiros raios da estrela, batia ansiosamente suas asas em direção ao firmamento.

Sua mãe ficava cada vez mais furiosa:

— Estou muito decepcionada com a minha filha — dizia. — Todas as suas irmãs, primas e sobrinhas já têm lindas queimaduras nas asas, provocadas por lâmpadas! Só o calor de uma lâmpada é capaz de aquecer o coração de uma mariposa; você devia deixar de lado estes sonhos inúteis, e arranjar um amor que possa atingir.

A jovem mariposa, irritada porque ninguém respeitava o que sentia, resolveu sair de casa. Mas, no fundo — como, aliás, sempre acontece — ficou marcada pelas palavras da mãe, e achou que ela tinha razão.

Por algum tempo, tentou esquecer a estrela e apaixonar-se pela luz dos abajures de casas suntuosas, pelas luminárias que mostravam as cores de quadros magníficos, pelo fogo das velas que queimavam nas mais belas catedrais do mundo. Mas seu coração não conseguia esquecer a estrela, e, depois de ver que a vida sem o seu verdadeiro amor não tinha sentido, resolveu retomar sua caminhada em direção ao céu.

Noite após noite, tentava voar o mais alto possível, mas quando a manhã chegava, estava com o corpo gelado e a alma mergulhada na tristeza. Entretanto, à medida que ia ficando mais velha, passou a prestar atenção em tudo que via à sua volta. Lá do alto, podia enxergar as cidades cheias de luzes, onde provavelmente suas primas, irmãs e sobrinhas já tinham encontrado um amor. Via as montanhas geladas, os oceanos com ondas gigantescas, as nuvens que mudavam de forma a cada minuto. A mariposa começou a amar cada vez mais sua estrela, porque era ela quem a empurrava para ver um mundo tão rico e tão lindo.
Muito tempo se passou, e um belo dia ela resolveu voltar à sua casa. Foi então que soube pelos vizinhos que sua mãe, suas irmãs, primas e sobrinhas, e todas as mariposas que havia conhecido já tinham morrido queimadas nas lâmpadas e nas chamas das velas, destruídas pelo amor que julgavam fácil.

A mariposa, embora jamais tenha conseguido chegar à sua estrela, viveu muitos anos ainda, descobrindo toda noite algo diferente e interessante. E compreendendo que, às vezes, os amores impossíveis trazem muito mais alegrias e benefícios que aqueles que estão ao alcance de nossas mãos.